Primeiramente:
Copiar não dá mérito pra ninguém: não é sinal de apreço, de admiração nem de nada que seja positivo. Quem copia os outros sem pedir permissão e/ou sem citar o autor nada mais é do que gente sem imaginação. Acho total falta de respeito sair por aí dizendo que uma coisa que alguém teve todo o trabalho de pensar, elaborar, corrigir e escrever de novo é sua. Então, fica a dica: quer algum texto meu? Pede! É só me mandar um e-mail que eu te mando o que você quiser, com o maior prazer do mundo, desde que você cite o autor.


Agora vamos ao que interessa:
Explica mas não justifica


Duvidosa, mal segura, problemática, incerta, indeterminada, suspeita e com um "quê" de amargura literária, sendo esta influenciada pelas notáveis Virgínia e Clarice.
Leitora fiel de rótulos de shampoo e condicionador, evitando assim porcarias informativas tipo a revista Veja.
Atualmente interessada por política, cremes para o cabelo, abstenção da carnificina praticada contra os animais e posições sexuais.
Abomina falsas promessas, gente que fala alto, que fala muito, não tem muita paciência com idosos nem crianças e simplesmente não suporta falta de caráter.
Fumante. Adora costurar (e não, eu não sou a sua avó) e fazer coisas com material reciclado. Namora o Victor há tempo suficiente pra saber que ele é a pessoa mais paciente que ela já conheceu.
Uma pessoa que faz seus próprios absorventes pois é total noiada com o próprio útero, que faz as próprias bolsas e a própria comida por puro nojinho (sabe-se-lá aonde o cozinheiro colocou a mão antes de fazer minha comida!). Prefere bicho do que gente, sente cosquinha na sombrancelha e morre de agonía de gente que desconhece um maravilhoso invento chamado fone de ouvido.
Alguém que tem mais gatos fazendo cocô do que ela consegue limpar e que prefere ter outro gato do que ter um filho.
Não sabe se faz veterinária ou biologia.
Se você quer ver a minha cara goda e feia, é só entrar aqui , aqui , ou aqui .

Contato: arethovisky@hotmail.com (nem adianta adicionar porque eu não uso messenger, mas se você me mandar um e-mail pode ter certeza de que ele será respondido.)

Links
Sistinas, Sabor de Baunilha, Por uma vida sem catracas, Mídia Independente, Acetoso, Bad Soul, Salvando Vidas (meu grupo de proteção animal), Mundo da Lua, Li, Poison Fake, Marilyn Go Round, Coffe Break, Anne, The L Word, A carne é fraca, ProAnima, Revista Andros, Mariliando.

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Diarréia Verbal!




A privada entupiu (de vez)

Minha semana começou boa, mas como alegria de pobre dura pouco... As vezes eu tenho vontade de enfiar minha cabeça na privada mais próxima e dizer um sonoro "adeus mundo". Não sei o que ocorre, mas sei que não me agrada. Meu ciso dói, meu cotovelo dói, meu ego dói e principalmente o meu ogrulho lateja de tanta dor. É pior do que dor de pé na bunda, e nem adianta vir com aquela célebre frase "eu te avisei" porque isso não cola há tempos.

Inveja é foda. Destrói, corrói por dentro e deixa só o bagaço. Bem que me disseram uma vez: "você é frustrada", e eu joguei meu orgulho goala abaixo acreditando que era frase de momento, não quis levar a sério e preferí desculpar, coisa que eu nunca tinha feito antes, ao invés de ouvir o que o meu instinto teimava em gritar, na verdade berrar, desde que eu coloquei os olhos naquela pessoa. E o pior é que nem adianta conversar... Sabe quando você tem a impressão de que, por mais que você fale, não vai ser ouvida? Ou quando as palavras simplesmente se tornaram insuficientes pra expurgar qualquer coisa que seja?

Ai calha de você perceber o quanto ignorou as coisas, o quanto fingiu não ver. Tava tão na minha cara e me avisaram tanto, que eu achei melhor tapar os olhos por puro comodismo. Mas é burrice e doloroso mentir pra si mesmo. Não adianta. Você perde o sono, o orgulho, a dignidade e depois cospe em cima dos outros todas as suas frustrações, todas as suas pieguices.

Aquele "você é frustrada" ecoa até hoje na minha cabeça, é como prender o dedo na porta toda vez que eu me olho no espelho, como se algo dentro de mim se quebrasse em pedaços, igual aquela porcelana feiosa que enfeita a mesa de centro da casa da sua tia.

Eu tinha tanta raiva de mim, mas tanta raiva, que queria me rasgar em noites como essa. Queria me arrebentar por ser mais uma 'putinha borrada de maquiagem', mas pelo menos eu tinha o meu orgulho, ou achava que tinha. É simplesmente humilhante quando você está no topo e vem alguém mais inteligente que você e faz exatamente o teu jogo, e por fim te derruba, levando tudo o que você achava que tinha. Daí você se arrasta na lama e ainda pede 'por favor'. Não funciona. E tudo por medo de ficar sozinha, por achar a própria companhia tão desprezível ao ponto de preferir estar ao lado de gente como essa.  

Não sei mais me defender, não tenho mais como e nem sei se quero. Há um ano eu tô tentando fingir (mais uma vez) que tá tudo bem, que não me importa, mas a verdade é bem outra. Não fiz nada de errado, mas tô pagando um preço muito caro pela minha burrice, por não ouvir o que eu tinha de mais precioso. Fui ingênua de pensar que a gente deve incluir as pessoas, trazê-las pra tua vida de portas e pernas escancaradas, pra no final das contas descobrirem o meu ponto fraco e me destruírem, duas vezes num espaço de um ano.

Agora é esperar se dissolver esse nó, porque eu sei que uma hora isso vai embora. Deixa cicatrizes, que eu vou colocando junto com todos os outros insultos, pra numa hora qualquer cuspir em cima de algum desavisado que nem tinha nada haver com aquela bosta toda.

 

Sou piegas e não me orgulho disso, assim como não me orgulho de todas as outras coisas. Desaprendí a escrever, coisa que, segundo alguns, eu nunca soube fazer sem sair do lugar-comum.



- Postado por: Viking às 00h11
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